Bem… Eu prometi, não foi? Pois é. Mas desta vez é um pesto ligeiramente diferente. Da mesma marca, ainda. Quem me ler ainda pensa que estes senhores me pagam por tanta publicidade. E, embora fosse uma atitude simpática (*hint, hint*), não é o caso. A verdade é que os produtos deles são de excelente qualidade e quando vi mais este, novo, nas prateleiras, não pude resistir. Este, também em frasquinho, é pesto de rúcula. Que, feito em casa, é dos meus favoritos, sobretudo se feito com nozes em vez de pinhões, dos quais, confesso, não sou grande fã. Gosto do azedinho da rúcula, mais suave e subtil que o dominante sabor do manjericão. Estava guardado à espera da experiência.
Em mais um dos meus solitários almoços, então, abro eu o frasco. Como este pesto não é 100% de rúcula, tem também uma percentagem de manjericão (relativamente pequena, mas relevante para o sabor, ainda assim), confesso que me desiludiu. Não como pesto em si, mas como pesto diferente do tradicional. Na verdade, o sabor é praticamente igual ao do outro pesto. Não me lembro se haveria diferença de preço, mas de sabor praticamente não há. Portanto, pesto de rúcula continuarei a fazer o meu, em casa.
Outra experiência falhada foi a pasta usada neste prato. Há uns dias dei por mim sem pasta em casa. Como passei, por esses dias, por um Lidl para ir comprar iogurtes, trouxe de lá uma caixa de tagliatelle para desenrascar. Da primeira vez que a cozinhei o molho era mais forte e não foi tão perceptível o sabor da pasta. Desta vez, com o pesto (e pouco, que eu não gosto da pasta muito encharcada em molho), as azeitonas pretas aos bocadinhos e o parmesão ralado, senti o sabor da pasta perfeitamente. E, sinceramente, julgo que talvez tivesse sido mais saboroso pôr molho na caixa de papelão e comê-la. É verdadeiramente má e não volto, nunca mais, a comprá-la.
Esta refeição foi, portanto, uma desilusão. Salve-se a fotografia e uma ideia que, no futuro, com a pasta certa e o pesto de rúcula caseiro, dará, certamente, um prato delicioso.
E fica escrito, assim, o último post com pesto que tinha em arquivo. Mas prometo voltar à carga em breve. Até porque o Zé viaja amanhã e estará fora a semana toda, o que equivale a cinco almoços e quatro jantares sozinha. Haja pesto! E paciência, aí do vosso lado!






Que pena que não deu certo.
A foto ficou linda.
bjs
Com muito prazer te farei companhia para os próximos almoços e jantares!!
Com ou sem pesto!
Beijinhos,
Mariana,
São coisas que acontecem… Quanto ao pesto, o problema do manjericão – e olha que eu adoro – é que se sobrepõe facilmente a outras ervas e sabores mais suaves. Noutro dia aconteceu-me com uma fritata que levava manjerição e hortelã…segui a receita à letra e arrependi-me, pois o sabor do manjericão sobrepôs-se a tudo. De qualquer forma, esta tua receita feita com um pesto caseiro de rúcula e nozes deve ser de comer e chorar por mais.
bjs
Realmente a foto está bem apetitosa!
Esperamos mais receitas, então
Pela foto, parece que a massa ficou maravilhosa!!
Mas isso são coisas que acontecem, mesmo