Ou esquece? Eu acho que a minha primeira polenta – leia-se a primeira vez que fiz E comi polenta – merece ser esquecida. Não sei se foi a textura, se foi o sabor, se foi a falta de hábito. Sei que não virou o meu mundo ao contrário.
A polenta começou a entrar na minha vida, aos poucos, nos tempos em que ainda via o programa da Ana Maria Braga. Depois continuou a insinuar-se, com as receitas do Jamie Oliver. Os blogues culinários trataram do resto. Deste crescendo resultou uma vontade enorme de provar polenta. Comprei a polenta há meses, estava a tornar-se o inquilino mais incómodo do meu dispenseiro, sempre com aquele ar de “É hoje?”. Nunca era hoje.
Até esta semana. Aproveitei que só tinha o meu paladar para satisfazer e arrisquei. Pensei muito até decidir como a fazer. Passei os olhos por muitas receitas, mas sem seguir nenhuma. Dei voltas e mais voltas e achei que a melhor forma de experimentar seria com um molho de tomate e carne picada, aromatizado com alecrim. E a receita foi crescendo daí.
Mas foi um daqueles dias em que mais valia ter comido uma sopa e fruta ou ter mandado vir uma pizza. Saiu tudo errado. O molho não ficou com o sabor que eu queria – e depois de mil e uma voltas à cabeça ainda não entendo porquê -, a polenta ficou muito espessa, enfim, tudo uma bela gororoba, como dizem os amigos brasileiros. Numa tentativa de melhorar a coisa, pus tudo num prato de forno, mozzarella por cima e forno com ela…
Não estava propriamente intragável. Estava só muito seca. Muito. E tinha um sabor a milho muito forte. Claro que isso seria o esperado, mas, sinceramente, nunca tinha pensado muito nisso. Estranho, andar a fantasiar tanto tempo com alguma coisa e nunca me ter lembrado que ia saber a farinha de milho pura. Mas ainda não desisti da polenta. Acho que da próxima vez vou fazer um molho muito mais molho e uma polenta mais mole, daquelas de comer à colher. Isto quando ganhar coragem para tentar outra vez.






Oi, olha eu aqui de novo.
Só queria tirer uma dúvida na verdade porque você disse que o gosto do milho era muito acentuado por causa da farinha de milho, mas a polenta da minha mãe sempre foi feita com fubá…sem farinha de milho, e ficava maravilhosa…será que não está aí a diferença?
Beijos
Menina, comigo aconteceu a mesma coisa. Não fui criada comendo polenta e quando o pessoal elogiava tanto a danada nos blogs, sentia uma vontade enorme de provar. Pois bem. Vasculhei entre inúmeras receitas e elegi a que me pareceu mais ao meu gosto, molinha e cremosa. Não sei se foi minha inexperiência no preparar ou estranhamento a algo desconhecido, mas a primeira impressão não foi lá das melhores. Também ainda não desisti.
Vou dar pitaco na sua polenta…por que não tenta fazer com sêmola de milho, é mais fino, leve e o sabor menos acentuado. Aqui em casa faço polenta assim.
Bjs!
Nunca provei polenta e tenho curiosidade. Já percebi que não é fácil de fazer
Mas olha que a foto engana bem, porque tem muito bom aspecto!
bom eu spou suspeita para comentar de polenta…eu simpelsmente amo, mas Mari oq sempre faço é fazer com amis água/leite doque manda a receita…na verdade quando querpo mais suave faço com batsante e leite e deixo cozinhando por longo tempo em fogo baixo…
mas enfim…há quem não goste e pronto, né?
bjs
Oi, pela foto deu para notar que algo saiu errado mesmo, pois não se parece com nenhuma polenta que já tenha visto ou comido…, está muito fina. A polenta quando não fazemos cremosa ela fica alta e macia. Qdo voce diz farinha de milho, não sei se é o mesmo que o fubá, pois aqui temos os 2 farinha de milho e fubá (bem mais fininho).