Às vezes um almoço é assim, uma coisa rápida e simples, quase um improviso. Um intervalo fugido, feito de tempo roubado àquilo que nos enche a vida.
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No copo da varinha mágica, 1 imenso tomate coração de boi a estourar de maduro, meia cebola e um dente de alho pequenino. Meio pimento verde, dos do senhor Pereira, a cheirar a verão e a sardinhadas. Meio pepino, que o outro meio vai por cima, em cubos crocantes. Um fio de azeite, uma pitada de sal, 4 ou 5 folhas de manjericão. Tudo bem passado, vai ao frigorífico, a gelar.
Na frigideira, dois dentes de alho picados, um fio de azeite. Um pão de ontem cortado em cubos e tudo ao lume, até que se façam croutons.
E depois sentar, de preferência à varanda. E comer devagar.
São os almoços que sabem melhor. Aqueles em que na pausa nos lembramos de respirar, de deixar o ar entrar e sair, devagar. Para depois recomeçar.







Almoços ou jantares…ou à hora a que os minutos nos deixam comer. Ou sempre. Ou quando é Verão. Ou quando o tomate coração de boi grita….ou quando nos apetece. E hoje apetece. Um beijinho
Como tenho sempre massa de pão no frigorífico, o +ultimo almoço de improviso foi uma pizza rápida, com molho de tomate cru.
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Ora e não é que sobrou molho? Juntei-lhe tudo o que faltava e fiquei com uma pizza e um gaspacho!
Finalmente chegou o tomate com sabor a tomate, com cor de tomate e que até fala comigo. Diz-me a toda a hora:”gaspacho”.
Beijos
Belíssimo gaspacho português.
Passando pra dar um olhada e ainda bem que vendo belas coisas.
Abs.
Que delícia de prato…
seu texto é muito interessante tb!
http://deliciasdaisa.blogspot.com/