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Archive for the ‘Mel’ Category

abóbora menina

Fui ao mercado e ela estava lá num canto, a espreitar. Hesitei. Fui encher o cesto com maçãs duras e sumarentas, tangerinas ácidas e as primeiras castanhas. Olhei para ela uma e outra vez, sempre na dúvida. Pesei as compras e estava quase a pagar quando me decidi trazê-la comigo. Era grande, pesada e linda, no seu laranja cor de fogo. Apaixonei-me.

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Cheguei a casa ainda sem saber o que fazer com ela. Achei que o melhor era assá-la toda e transformá-la em puré, que podia depois congelar e usar ao longo do Outono. Cortá-la ao meio custou-me, era tão bonita. Assei as duas metades a 200ºC, por uma hora, com sementes e casca e tudo. Deixei arrefecer fora do forno e, quando já estava fria, limpei-a das sementes e com uma colher retirei toda a polpa. Triturei e vi-me com mais de 1 litro de puré de abóbora, pronto a usar. Tanto puré! E agora, que fazer?

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Pão de abóbora, mel e aveia

(ligeiramente adaptado do Artisan Bread)

  • 125ml puré de abóbora
  • 240ml água morna
  • 3/4 colher sopa de fermento biológico
  • ½ colher sopa de sal
  • 35g manteiga sem sal, derretida
  • 2 colheres sopa de mel
  • ¼ medida de flocos de aveia
  • 3/4 medida farinha de centeio
  • 2 medidas farinha de trigo
  • sementes de linhaça, alfafa e sésamo, para polvilhar

Misture o fermento e o sal com a água, a manteiga derretida e o mel num recipiente grande. Acrescente o puré de abóbora, a aveia e as farinhas e misture com uma colher de pau, sem amassar. Cubra o recipiente com película aderente e deixe levedar à temperatura ambiente durante 2h.

Pode usar a massa imediatamente ou deixá-la repousar durante a noite, no frigorífico (fica mais fácil de moldar).

Quando pretender assar o pão, unte muito levemente uma forma com óleo. Polvilhe a superfície da massa com farinha e divida-a em 6 porções. Molde cada uma delas numa bola, esticando a superfície e dobrando as pontas para baixo. Disponha as bolas de massa na forma e deixe levedar novamente – 20 minutos se usar no dia em que fez a massa, 2h se a tiver deixado repousar no frigorífico. Alternativamente, pode fazer o pão numa forma de bolo inglês.

20 minutos antes da massa ficar pronta, pré-aqueça o forno a 175ºC. Ponha um tabuleiro numa prateleira abaixo daquela em que vai assar o pão.

Polvilhe a massa com as sementes e coloque a forma no forno. Rapidamente, deite no tabuleiro 250ml de água quente e feche rapidamente a porta do forno, para criar uma atmosfera de vapor. Deixe assar o pão durante 40 minutos, aproximadamente. Retire da forma e deixe arrefecer completamente sobre uma grade, antes de servir.

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Este pão não é doce, apesar da abóbora e do mel. É muito macio e saboroso e fica muito bem com algo salgado, como manteiga, ou com compota. É uma excelente forma de incorporar legumes pouco apreciados na alimentação – nós, que não somos grandes fãs de abóbora, gostámos bastante.
Ainda há muito puré de abóbora guardado e eu sem saber o que fazer com ele. Sugestões?

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O tempo que passo na cozinha diminui drasticamente com a proximidade dos exames. Há umas semanas uns, daqui a umas semanas outros. E pelo meio parece que quase não há tempo para nada. Mas a barriga não faz pausa e exige alimento. Tem sido calada a sopas na maioria dos dias, que dão pouco trabalho, aquecem e alimentam. E de vez em quando a alguma coisa mais especial.

Há uns tempos atrás, o Zé esteve na Austrália a trabalho. E voltou de lá cheio de coisas boas para mim, dentre as quais dois livros do Bill Granger. Confesso que na altura não o conhecia. Mas os livros cativaram-me facilmente, cheios que são de promessas de vida calma e produtos frescos, muitos vindos do mar. E é dele a receita que nos aqueceu um jantar em dia de vida menos apressada.

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Guisado marroquino de peixe

(in Every Day, Bill Granger)

Ingredientes:

(4 pessoas)

  • 1 colher sopa de azeite
  • 1 cebola grande, em fatias finas
  • 1 dente de alho esmagado
  • 2 colheres chá de gengibre fresco ralado
  • 1 colher chá de cominhos
  • 1 colher chá de curcuma (o falso açafrão)
  • 1 pau de canela
  • 1 pitada de piri-piri
  • 400g tomates pelados (de lata)
  • 1 pitada de sal
  • 500g de peixe branco (usei corvina)
  • 400g de grão de bico cozido
  • 2 colheres chá de mel
  • coentros frescos
  • amêndoas

Aqueça o azeite numa panela, em lume médio. Junte a cebola e cozinhe, mexendo ocasionalmente, até que esteja translúcida. Adicione o alho, o gengibre, os cominhos, a curcuma e a canela e cozinhe mais uns 2-3 minutos. Acrescente então o piri-piri, os tomates, o sal e 250ml de água. Cozinhe, mexendo frequentemente, durante 10 minutos. Junte o peixe (cortado em pedaços e limpo de espinhas) e cozinhe durante 5 minutos ou até que o peixe esteja tenro. Adicione o grão de bico e o mel e cozinhe mais uns 5 minutos. Acerte os temperos.

Sirva polvilhado de coentros frescos e amêndoas grosseiramente picadas e acompanhado de arroz basmati, simplesmente cozido em água e sal.

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Este guisado, levemente exótico e quente, mas simultaneamente leve, é perfeito para estas noites frias, em que o vento uiva lá fora e insufla a nossa vontade de calor e conforto. Também deveria ficar muito bom com pedaços de damascos secos, polvilhados por cima, com as amêndoas e os coentros, num contraste perfeito de texturas e sabores. A nós levou-nos a terras distantes, onde o vento empurra a areia e as dunas são a perder de vista.

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4por6A receita de hoje foi feita num daqueles dias da semana passada em que ainda estava sol e calor. Neste momento, da minha janela escorre água e consigo ouvir o vento lá fora. Já não é bem o tempo para saladas, antes para uma sopa quente. Mas a sugestão de hoje, robusta e saborosa, poderá ser a excepção.

 

 

 

4 por 6 11 Maio II

Salada de feijão branco, tomate assado e chouriço
(adaptada da Olive de Maio 2009)

Ingredientes:

  • 1 lata 850g de feijão branco
  • 500g tomates
  • 100g chouriço, fatiado fino
  • 1 cebola grande
  • 1 colher sopa de vinagre balsâmico
  • 1 colher sopa de mel
  • 100g alface
  • 100g espinafres
  • 5g manjericão fresco
  • azeite
  • sal

Algumas notas sobre os ingredientes, antes de começarmos: o feijão pode – e deve! – ser do seco, cozido em casa. Não foi porque não me tinha lembrado de o demolhar e, como tal, o de lata foi a solução. No entanto, o seco é mais saboroso, mais saudável, mais ecológico e mais barato – só vantagens! Como o chouriço vai aqui assumir um papel de destaque, deve ser bom chouriço. Eu usei um de Barrancos, da Selecção do Continente. Os tomates, na receita original, eram tomate-cereja. Mas como esses são muito mais caros e raramente nacionais, usei antes tomates portugueses, pequeninos e bem maduros.

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Corte os tomates ao meio (ou em quartos, se forem demasiado grandes) e disponha-os num tabuleiro de forno. Tempere com sal, azeite e orégãos e leve a assar por aproximadamente 20min. Quando estiverem prontos, retire-os do forno e reserve.

Lave então os feijões e escorra muito bem. Coloque-os numa vasilha grande e reserve.

Frite o chouriço, cortado em tiras finas e não muito largas, numa frigideira anti-aderente, sem adição de gordura, até que esteja ligeiramente crocante. Reserve.

Limpe a frigideira com um papel de cozinha e aqueça 4 colheres de sopa de azeite. Junte a cebola, picada ou cortada em gomos finos, e deixe cozinhar ligeiramente, até que esteja dourada. Acrescente então o vinagre e reduza. Junte o mel e mexa bem para emulsionar. Tempere de sal e despeje este molho sobre os feijões e misture bem.

Leve a frigideira novamente ao fogo e, numa colher de sopa de azeite, salteie ligeiramente as folhas de espinafre, só para as cozinhar ligeiramente. Acrescente-as ao feijão.

Corte a alface em tiras finas e junte também ao feijão. Acrescente o chouriço e os tomates reservados e mexa novamente. Corte o manjericão em tiras muito finas e junte à salada. Mexa novamente e sirva.

4 por 6 11 Maio

Esta salada, de sabores fortes, é deliciosa. Os tomates não devem ser assados em demasia, para que sejam ainda sumarentos e acrescentem o seu sumo ao molho da salada. Não tenho mais feedback que o meu para vos dar, porque a fiz num dia em que o Zé não estava. Mas confiem em mim – é muito boa!

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Para sobremesa, outra receita repescada. Não me levem a mal, mas as tentativas de fazer dieta não se compatibilizam muito bem com sobremesas… Além disso, esta é tão boa que merece um bis!

4 por 6 11 Maio III

Bloody panna cotta

Ingredientes:

Panna cotta

  • 200ml de natas líquidas
  • 1/2 vagem de baunilha
  • 20g de açúcar
  • 1 (ou 2) folhas de gelatina incolor e sem sabor

Compota de toranja vermelha

  • 1 toranja vermelha grande
  • 3 colheres sopa de açúcar

Comece por hidratar as folhas d gelatina num pouco de água. Reserve.

Numa panela pequena, misture as natas, as sementes de baunilha (ou, em alternativa, duas colheres de chá de extracto de baunilha), a fava de baunilha e o açúcar. Leve a lume brando e mexa sempre, devagar, até ferver. Retire do fogo e deixe repousar 10 minutos. Retire então a fava de baunilha (se a tiver usado). Escorra muito bem a gelatina, retirando-lhe o máximo de água possível. Junte-a às natas e mexa bem, para que se dissolva completamente. Coloque em recipientes individuais e leve ao frigorífico até endurecer (pelo menos 4 horas).

Enquanto espera, prepare a compota. Descasque a toranja e retire todas as peles dos gomos. Não se preocupe com mantê-los inteiros, não há problema que se desfaçam. Não é um trabalho agradável nem fácil, mas tem 4 horas para o fazer. Num tacho pequeno, leve a toranja e o açúcar a lume brando, mexendo ocasionalmente. Quando tiver adquirido a consistência de uma compota espessa, retire do tacho para um recipiente de vidro e deixe arrefecer.

Antes de servir as panna cottas, coloque sobre cada uma uma generosa colher de sopa de compota.

Esta foi a segunda panna cotta que fiz cá em casa. Fi-la a medo, achando que o Zé não ia gostar da compota. Mas o sabor fresco da panna cotta combinou tão bem com o doce meio ácido da toranja que não houve resmungos, só sons de satisfação e colheres a bater nos copos!

 

Vamos então a contas:

 

4 por 6 - 11.05

A única coisa que falta nas minhas contas é a vagem de baunilha. Já as encontrei a preços muito variados e posso afiançar que as que se encontram no Continente, da marca Vahiné, são das mais caras que já vi. As melhores que comprei encontrei-as numa loja Celeiro, mas já comprei muito boas noutros sítios e consideravelmente mais baratas.

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Dica de poupança: vale a pena investir em algumas vagens de baunilha para algumas receitas. Mas as vagens são bens demasiado caros e preciosos para usar uma vez e deitar fora. Há várias coisas que pode fazer para extrair cada micrograma de sabor. Por exemplo, a vagem usada nesta receita. Pode lavá-la rapidamente em água corrente e deixá-la secar muito bem, guardando-a depois num frasco pequeno, cheio de açúcar, e fazer o seu próprio açúcar baunilhado. Pode, em alternativa, fazer o seu próprio extracto de baunilha, seguindo as instruções da Cinara.

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Encontrar formas interessantes de comer dentro de um orçamento limitado é um desafio. Mas pode ser um desafio interessante, se olharmos para ele assim. A criatividade é a nossa ferramenta mais importante, aqui. Mais do que saber onde comprar barato, aproveitar promoções ou aproveitar ao máximo tudo o que entra na nossa cozinha. Porque sem criatividade, acabamos a comer as mesmas coisas semana após semana após semana. E por mais saboroso que seja o prato, acaba por cansar.

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Por isso quando vi esta receita, que me pareceu tão simples, fiz logo umas contas rápidas para ver se a conseguia incluir na minha próxima sugestão 4 por 6. E consegui!

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Tiras de porco à chinesa com arroz basmati

Ingredientes:

  • 500g bifes ou bifanas de porco (com pouca gordura)
  • ½ pimento vermelho grande ou 1 pequeno
  • 4 ou 5 cebolas verdes (spring onions) ou 1 alho francês
  • 3 colheres sopa de compota de pêssego (ou de alperce ou de laranja)
  • 2 colheres sopa de mel
  • 1 colher sopa de molho de soja
  • 1 colher chá de óleo de sésamo
  • 1 colher chá de gengibre ralado
  • 1 dente de alho ralado
  • 1 malagueta pequena
  • sal
  • óleo
  • 200g arroz basmati

Comece por preparar a marinada: misture a compota, o mel, o molho de soja, o óleo de sésamo, o gengibre e o alho ralados e a malagueta finamente picada. Junte uma pitada ou duas de sal e misture bem. Corte então a carne em tiras e mergulhe-a na marinada, envolvendo bem cada pedaço. Deixe repousar 15 a 20 minutos.

Entretanto corte o pimento em tiras finas e as cebolas verdes em fatias diagonais. Reserve 1/4 das cebolas para polvilhar na altura de servir.

Aqueça uma colher de sopa de óleo numa frigideira. Quando o óleo estiver bem quente coloque a carne com toda a marinada que houver na vasilha. O truque, segundo a receita original, é não mexer demasiado, para que a carne cozinhe e o molho caramelize. Quando vir, pelas laterais das tiras, que a carne está a começar a ficar branca, vire. Acrescente agora o pimento e as cebolas verdes e deixe cozinhar. De vez em quando mexa e envolva tudo muito bem. Tenha cuidado para não cozinhar demasiado o porco, já que este pode ficar com textura de borracha.

Sirva com arroz basmati, cozido em água e sal (de acordo com as instruções da embalagem). Pode aromatizar o arroz com um pouco de gengibre, mas eu prefiro-o com um sabor mais neutro, a contrastar com os sabores fortes da marinada do porco.

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A carne estava muito saborosa e a marinada foi definitivamente aprovada cá em casa. Os pimentos e as cebolas verdes acrescentaram um contraste crocante e fresco e o arroz basmati, apesar de neutro, tem sempre aquele sabor especial. O Zé adorou e eu sei que esta receita, fácil e rápida, vai aparecer mais vezes à nossa mesa.

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Para a sobremesa, uma receita repetida, mas que faz uso dos morangos que andam por aí, tão doces e suculentos. Pode usá-la para aproveitar aqueles morangos quase passados ou para comer os verdes, ainda pouco doces.

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Strawberry Fool

  • 400g morangos
  • 200ml natas
  • 200g iogurte grego
  • açúcar em pó (a gosto)

Ponha os morangos cortados em quartos numa taça e polvilhe com açúcar em pó (a quantidade vai depender da doçura dos morangos, mas é aconselhável que os deixem bem docinhos, já que as natas e o iogurte não vão levar açúcar). Deixe macerar meia hora, no frigorífico. Triture-os então com a varinha mágica (ou com um garfo, se gostar de pedaços mais inteiros, como eu) até obter um puré.

Bata as natas até estarem quase em chantili. Acrescente o iogurte e bata novamente, misturando tudo muito bem. Junte então o puré de morango e misture à mão, até que esteja o mais homogéneo possível. Distribua por taças ou chávenas bonitas e leve ao frigorífico cerca de duas horas.

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Vamos, então, a contas:

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Todos os ingredientes da marinada encontravam-se já na minha cozinha. Foi, portanto, por aproximação que apresentei o preço dos mesmos. Não encontrei preço do gengibre nem do óleo de sésamo. O primeiro é barato e a quantidade usada é tão pequena que o valor é quase irrisório. O óleo de sésamo é mais caro e encontra-se sobretudo nas lojas de produtos naturais e dietéticos, mas é um bom investimento, já que, se guardado no frigorífico, dura imenso tempo e é excelente para dar sabor a pratos rápidos preparados no wok, como stir fries.

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Dica de poupança: o açúcar em pó é sempre mais caro do que o açúcar normal. Além disso, é raramente usado e pode acabar por se estragar, mesmo sendo vendido em pacotes mais pequenos. Se tiver em casa um moínho de café, daqueles eléctricos (ou mesmo um bom processador) pode fazer açúcar em pó a partir do açúcar branco comum e evitar a desnecessária diferença de preço, bem como ficar com mais um pacote na cozinha. Quando precisar novamente, é só pesar o açúcar cristal e moer bem no moínho de café.

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Experimentei umas bolachinhas que encontrei neste site, e só tenho a dizer que ficam muito boas. Não ajudam a nenhuma dieta, mas são uma boa sugestão para o lanche.

 

Bolachas de Aveia, Coco e Mel

 

Ingredientes:

  • 125gr de farinha
  • 15ogr de açúcar mascavado escuro
  • 200gr coco ralado
  • 200gr aveia em grãos
  • 75gr de manteiga
  • 2 c. sopa de mel
  • 1/2 c. chá de bicarbonato de sódio
  • 2 c. sopa de água quente

 

Preparação:

Aquece-se o forno a 180º.

Numa taça juntam-se farinha, o açúcar mascavado, o coco e a aveia. Mexe-se até os ingredientes estarem bem misturados.

Leva-se ao microondas a margarina a derreter com o mel. À parte mistura-se a água com o bicarbonato de sódio e junta-se à mistura de margarina e mel. Adiciona-se este preparado aos restantes ingredientes até se obter uma pasta granulosa, não muito húmida.

 

Massa

(se a massa estiver muito seca pode-se adicionar um pouco mais de água, para que ligue melhor. Mas como os ingredientes se vão misturar ao lume, não é necessário muita água)

Forra-se um tabuleiro com papel de estanho, moldam-se bolinhas de massa que se espalmam no tabuleiro. Levam-se ao forno cerca de 20 minutos ou até estarem cozidas.

Para assegurar que fiquem fininhas, convém abrir o forno e, com a ajuda de uma colher, espalmar novamente as bolachas. Duas vezes durante a cozedura deve assegurar que fiquem finas.

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